1930

 

A quebra da bolsa de Nova Iorque, em 1929, criou um momento de restrições que se expandiu por todo mundo. Com a economia em caos, a chegada de Hitler ao poder, o comunismo em seu ápice e a população sem recursos, surgiu um amplo espaço no imaginário para os sonhos e os desejos.

Astros como Jean Harlow, Greta Garbo e Fred Astaire estrelavam filmes falados, já popularizados. O cinema investiu com força nesses desejos, amplamente assegurados pela moda.

As roupas brilhantes, glamourosas, drapeadas, luminosas. As mulheres fatais enroladas em fartos casacos de pele e jóias, galãs impecáveis… Sonhos para os bolsos de poucos que faziam questão de ostentar sua posição. A maioria, entretanto, vivia sob sonhos mais simples.

A moda passou a criar roupas para todas as ocasiões, e a continuar as experimentações da década anterior. As cores eram fartas, incluindo tons fortes como o “shocking pink” de Elsa Schiaparelli.

Nessa época também surgiu o sapato plataforma para as mulheres, e as sandálias tornaram-se mais populares, juntamente com as meias de nylon, impulsionadas pelo glamour da moda. Para os homens, os estilos de calçados também começaram a se diferenciar, deixando as botas um pouco de lado.

Movimentos artísticos, como o Art-Deco, e mais tarde o Surrealismo também foram fontes inspiradoras para os criadores, provando que moda, arte e movimentos culturais podiam andar lado a lado.

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